TÃO EU, DEITAR E ROLAR COM ELE!

Só de pensar naquela coisa fofinha, macia, quentinha, estendida assim, despretensiosamente sobre a cama…  ah que vontade que dá de ir pra casa! Só pra deitar e rolar com ele!  Alguém me explica como resistir ao poder de sedução de um edredom?  O companheiro mais fiel e desejado do inverno?

O nome pode ser esquisito: “edredom”, mas como rima perfeito com tudo de bom!  E ainda tem o “dom” de nos aquecer, embalar, proteger madrugadas afora.

–  Edredom querido, sei que tu velas, enquanto me rendo aos domínios de Morfeu!

Aliás, de onde será que vem a palavra edredom e a ideia de confeccioná-lo?

Pois é, o edredom tem uma origem distante. Na verdade, nasceu “ejderdum”, lá na Escandinávia (Islândia, Suécia), que significa “penugem fina, do peito do êider” (um pássaro que se parece com um pato, conhecido pela delicadeza das penas). O nome edredon, entrou para a língua portuguesa, depois de pegar uma carona no idioma francês “édredon”.

No nosso jeitinho brasileiro, não demorou nada para virar “sono leve”, como é conhecido em diversas regiões do país. Mantêm-se fiel, no entanto, à sua versão primitiva de confecção.  Também no Brasil, os edredons conservam a velha fórmula de serem feitos com preenchimento, porém, por aqui, são recheados com “pelos-manta de poliéster”, em diferentes espessuras e formatos.

Claro que imprimimos neles um pouco do nosso jeito, nossa tecnologia, estampas bem ao nosso estilo e um quê de modernidade: os edredons brasileiros podem ser siliconados ou resinados. As mantas siliconadas mantêm a forma por mais tempo, enquanto que as resinadas vão esfarelando mesmo sem lavagem e ficando mais finas com o passar do tempo. São mais baratas, mas perdem mais rápido a espessura.

Seja lá em que versão for, quem dispensa o edredom numa manhã de domingo quando você acorda e descobre que hoje, sim, pode ficar um pouquinho mais na cama?

As lojas de cama & mesa do Garden estão cheias de edredons e outras ofertas quentinhas, esperando por você neste inverno!

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